SONHOS E ENCANTOS: Memórias de uma senhorinha / DESPEDIDAS
Leninha ! Ainda a vejo menina. Que bom!
Mas se há despedidas,há também saudades vividas com mão e contramão.A via é dupla. A saudade tem sua cultura nesse sentir doido e estranhamente gostoso, que se reparte com a distância que a separa. Convivi como Seu Carlito e com a Terezinha no Bemge. Seu pai, na minha observação solitária desejava a calmaria de Muriaé, mas os filhos precisavam estudar. Renunciou, ainda sob essa ótica, a comodidade pela visão maior em benefício da família, enquanto a senhorinha registrava no seu consciente/inconsciente o renascer da vida. É bonito! É grandioso!
Mas a história é sua, a intromissão indevida é minha. Bjos. Ítalo.
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